Espacios Naturales Protegidos 2 Parte

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Este debate contiene 0 respuestas, tiene 1 mensaje y lo actualizó  rafa daranas hace 10 años, 4 meses.

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    rafa daranas
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    Hace algún tiempo abrí un tema sobre ENP y mostraba mi preocupación por el hecho de que el Gobierno no tenía fijada la delimitación de las zonas turísticas y los espacios naturales protegidos, aspecto clave sobre todo en las islas turísticas.

    En este sentido, ya se esta escenificando el conflicto entre administraciones, colectivos y ciudadanía. Al respecto, los Arquitectos Caboverdeanos (OAC) han solicitado, en la última semana del mes de Mayo, al Tribunal da Comarca da Boavista, la paralización de la obra nueva relativa al Hotel Club RIU – Lacacão, Santa Mónica, Ilha da Boavista.

    Basicamente el problema reside en que el Estudio de Impacto EIA estaba con el estatuto de no conformidad por insuficiencia de datos. Por otra parte no ha sido aprobado ningún Plan de Desarrollo Turístico de la isla. El tercer problema es que no esta realizada la delimitación oficial de los espacios naturales protegidos y no esta claro si existe superposición entre las ZDTI y los Espacios Naturales aprobados por la Asamblea Nacional.

    En un documento escrito por su presidente he seleccionado este parrafo por ser a mi juicio muy claro a la hora de exigir responsabilidades por haber llegado a esta situación.

    “Como já dissemos, a nossa sociedade política tem feito até hoje um péssimo serviço ao povo caboverdeano nas matérias relativas ao ordenamento do território e à estruturação de uma indústria turística que verdadeiramente sirva os interesses do povo caboverdeano.
    O melhor que foram capazes de fazer foi promover o aparecimento (e a engorda) de um grupo de intermediários nacionais que, no processo de revenda de terrenos (conseguidos do Estado ao preço da uva mijona), estão hoje claramente a impossibilitar a entrada dos verdadeiros investidores em Cabo Verde. Isso sem esquecer erros tão flagrantes como o espezinhar de figuras consagradíssimas do Direito como o usucapião, o que inevitavelmente no futuro obrigará o Estado a pagar chorudas indemnizações, por mais ruído em contrário que se faça hoje.
    O actual Governo, do PAICV, que podia começar em 2001, e com relativa facilidade, a desfazer várias políticas erradas deixadas pelo MpD, não se tem revelado capaz (pelo menos até agora) de desfazer o nó cego que vem dando a si próprio, nestas matérias, nos oito anos em que está à frente do país.
    Eis que agora Carlos Veiga anuncia o seu regresso à política activa, correndo um sério risco de voltar a ser Primeiro-ministro. Estará ele disposto a corrigir os enormes erros que cometeu no passado, caso volte a ser depositário da confiança da maioria dos caboverdeanos? Terá forças para isso?
    A OAC entende que estando em causa matérias tão transcendentes para o futuro de todos os caboverdeanos, os políticos que sinceramente queiram assumir a gestão da coisa pública têm que ser capazes de se comprometer, sem ambiguidades, com uma mudança total do modo de fazer as coisas que têm imperado até aqui e que são a razão do caos, seja do ordenamento do território, seja da “nossa(?)” indústria turística.
    Este povo merece e precisa de uma profunda mudança na atitude dos seus dirigentes.

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