Cape Verde Islands

Wednesday 18.09.2019

 
 
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 Assunto da Mensagem: Boas Noticias para Cabo Verde!
MensagemEnviado: quarta ago 02, 2006 10:48 am 
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Economia de Cabo Verde «permanece sólida», diz FMI

A economia de Cabo Verde permanece sólida e as perspectivas de crescimento económico são boas para os próximos anos, disse o vice-director executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), Augustín Carstens.



«A boa perspectiva de investimentos, especialmente no turismo e desenvolvimento de infra-estruturas, é um bom indício de crescimento nos próximos anos», disse Carstens.
«Embora a inflação tenha aumentado recentemente, influenciada por subid as temporárias nos preços da alimentação e preços internacionais de petróleo, de verá cair acentuadamente no próximo ano», acrescentou a mesma fonte.

A declaração de Carstens foi emitida para acompanhar o anúncio de que o FMI aprovou um «Instrumento de Apoio Político» (Policy Support Intrument - PSI) de três anos para apoiar os «esforços de reformas económicas de Cabo Verde».

Segundo Carstens, esses instrumentos são atribuídos a países de baixo rendimento que «podem não precisar ou querer ajuda financeira do FMI, mas que procuram ainda o conselho, monitorização e apoio do FMI às suas politicas».

O PSI para Cabo Verde foi elaborado «para fortalecer a sustentabilidade do crescimento e desenvolvimento, mantendo um ambiente macroeconómico estável e para avançar com reformas estruturais».

«Atenção específica é dada à redução de riscos fiscais, permitindo a Ca bo Verde uma margem de segurança para proteger a economia contra choques externos», acrescentou o FMI.

Na sua declaração, Carstens disse que a sublinhar o clima económico pos itivo de Cabo Verde, se encontra o facto «de o governo ter mostrado um compromisso claro em manter políticas macroeconómicas prudentes e ter feito avançar refor mas estruturais».

O vice-director administrativo do FMI disse que as prioridades no progr ama apoiado pelo Instrumento de Apoio Politico visa «aumentar ainda mais a cober tura de reservas externas e criar espaço fiscal na antecipação de possíveis pressões em gastos públicos ou financiamento».

«Medidas especificas incluem a redução da divida doméstica como percentagem do Produto Interno Bruto, racionalização das isenções fiscais e melhor defi nição dos gastos públicos», acrescentou Carstens, que disse ainda que o novo pro grama «também dá ênfase a reformas do sector público e da lei».

Num anexo a acompanhar a sua declaração, o FMI fornece dados sobre a ec onomia de Cabo Verde e prevê que este ano o PIB real cresça 5,5%.

A inflação (índice do preço do consumidor) deverá este ano crescer 6,2%, diz o FMI.

Diário Digital / Lusa


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MensagemEnviado: quarta ago 02, 2006 12:00 pm 
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Formação à distância com Cabo Verde

Durante oito meses uma equipa de professores da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu uma acção de formação à distância em Cabo Verde. Os destinatários deste projecto foram cerca de 20 professores do ensino técnico, todos eles licenciados e com formação científica, mas sem qualquer tipo de formação pedagógica. Esta acção foi realizada através do sistema e-learning, tendo havido apenas duas sessões presenciais. A primeira de partilha de informações sobre o funcionamento do curso, a segunda para um balanço da aprendizagem e apresentação dos trabalhos.

Fernando Ramos, professor da Universidade de Aveiro e um dos coordenadores do projecto, garante que a receptividade dos professores cabo-verdianos foi "excelente" e que todos os formandos foram "aprovados com excelentes notas". Os participantes no projecto nunca tinham tido a oportunidade de participar numa acção de ensino à distância.

O curso propriamente dito, foi realizado através do recursos às novas tecnologias. Os formandos receberam, via e-mail ou através da plataforma de e-learning da UA utilizada para o projecto, toda a informação necessária para o curso, que contava com cinco disciplinas. "Não foi enviada uma única folha de papel para Cabo-Verde", realçou Fernando Ramos.

A formação estruturou-se em torno das disciplinas de Didáctica, Teorias da Educação, Organização e Gestão Escolar, Desenvolvimento e Gestão Curricular e Sociologia da Educação, ministradas à distância e de forma sequencial. "Cada disciplina funcionou de forma autónoma e sequencial, com uma duração de seis semanas cada uma. No início os alunos receberam um conjunto de informações sobre o que tinham para fazer", acrescentou o coordenador do projecto.

Esta formação foi desenvolvida pela UA e contou com o apoio do Instituto Superior de Educação de Cabo Verde. Destinou-se a cerca de 20 professores, entre os 30 e os 60 anos, residentes nas ilhas de Santiago, S. Vicente e Santo Antão.


Paula Rocha - JN on-line



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MensagemEnviado: quarta ago 02, 2006 12:07 pm 
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ANA grande pesquisa que fizeste.
Esperemos que essas boas noticias da economia não sejam somente palavras e que a população tenha os seus beneficios.

Ricardo Pit Bull


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MensagemEnviado: quarta ago 02, 2006 1:10 pm 
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Olá Ricardo,

Coloquei aqui estas noticias porque acho que vale a pena, mostrar que Cabo Verde está num bom caminho em relação á melhoria de qualidade de vida dos seus habitantes.E como gosto de dar uma "vista" pelas noticias, não custa nada colocar aqui algumas boas novas sobre este magnifico país.
E claro se alguém for encontrando algumas, pode ir publicando.

bjs <img src=icon_smile_big.gif border=0 align=middle>


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MensagemEnviado: quarta ago 02, 2006 9:01 pm 
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ANA fizeste muito bem em publicar e acho que todos deviamos fazer o mesmo, acho que percebeste mal a minha mensagem pois não foi uma mensagem critica eu quando disse grande pesquisa que fizeste no meu pensamento era a mesma coisa que te dar os parabens pela pesquisa.
OK<img src=icon_smile_big.gif border=0 align=middle>

Ricardo Pit Bull


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MensagemEnviado: quinta ago 03, 2006 7:53 am 
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Olá Ricardo!

Afinal não fui eu que interpretei mal <img src=icon_smile.gif border=0 align=middle>, eu percebi o que querias dizer....parece é que não me expliquei mto bem. E obrigado <img src=icon_smile_big.gif border=0 align=middle>

Bj<img src=icon_smile_wink.gif border=0 align=middle>


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MensagemEnviado: quinta ago 03, 2006 10:16 am 
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Jorge Andrade Apoia Jovens de Cabo Verde

Jorge Andrade viajou ontem para a Cidade da Praia, capital de Cabo Verde, para tomar o pulso ao desenvolvimento do futebol de formação feito naquele país africano e apoiar diversas iniciativas que visam a preparação de jovens talentos para o mundo futebolístico.

O internacional português mostrou-se feliz à chegada, afirmando esperar que “esta seja a primeira de muitas oportunidades” que tem para “apoiar o país”.

Filho de pais cabo-verdianos, Andrade confessou estar contente por contribuir e por nunca ter perdido a ligação às suas raízes. “Sentia há muito o espírito cabo-verdiano. Mesmo em Portugal tenho muito contacto com a cultura cabo-verdiana. Mas estar aqui e poder ajudar é uma grande alegria”, avançou o defesa.

A convite da federação cabo-verdiana, o futebolista luso vai apadrinhar uma escola de futebol que será criada pelo próprio organismo. Jorge Andrade será ainda recebido pelo presidente da República, Pedro Pires, e pelo primeiro-ministro, José Maria das Neves; deslocar-se-á ainda a algumas instituições de solidariedade social; e terá um encontro com o presidente da Câmara da Cidade da Praia, Felisberto Vieira.


Joissayed Ramos com Lusa


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MensagemEnviado: quinta ago 03, 2006 10:44 am 
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Cabo Verde cria "holding" para participações do Estado [ 2006-08-01 ]


Cidade da Praia, Cabo Verde, 01 Ago - O governo de Cabo Verde vai criar, com o apoio do Banco Mundial, uma "holding" para agrupar e gerir as participações empresariais do Estado, noticia a imprensa local.

A "holding" será responsável pelas participações em todos os sectores da economia, e fará parte da nova orgânica do Ministério das Finanças, que está actualmente a ser revista, adianta o diário A Semana.

Fonte do Ministério das Finanças adiantou que a "holding" deverá ser integrada na Direcção-Geral do Tesouro, estando em aberto se será uma divisão da Direcção-Geral do Tesouro ou um gabinete directamente dependente do Director-Geral.

A medida está a ser apoiada tecnicamente pelo Banco Mundial, e, segundo afirmou a mesma fonte à imprensa cabo-verdiana , não acarretará custos adicionais, dado que resultará da alocação de recursos de outros serviços do Tesouro.

Entre as principais participações do Estado cabo-verdiano estão actualmente as da Enacol, empresa de comercialização de combustíveis e da Inpharma e Emprofac, respectivamente produtora e distribuidora de medicamentos, e ainda na Electra e na Cabo Verde Telecom.

No âmbito do reforço dos mecanismos de controlo de dinheiros públicos, o Conselho de Ministros cabo-verdiano deverá discutir em breve a nova Lei de nova Organização e Funcionamento do Tribunal de Contas.

Esta lei alarga as competências do Tribunal das empresas públicas às sociedades anónimas em que o Estado detenha participações.

O projecto de criação de uma entidade gestora de participações públicas foi lançado em 2001 pelo então vice-primeiro-ministro do MpD, Gualberto do Rosário.

Na altura, foi criado um Instituto de Gestão das Participações do Estado, mas este não passou da fase de publicação de Estatutos.

Mais tarde, o projecto foi retomado por Carlos Burgo, então Ministro das Finanças, que optou por criar um gabinete dependente do ministro das Finanças, mas também esta iniciativa não teve seguimento, segundo relata A Semana.
(in macauhub)


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MensagemEnviado: quinta ago 03, 2006 8:32 pm 
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Ana então se fui eu que entendi mal melhor assim, por vezes as mensagens escritas conseguem confundir as pessoas.

Ricardo Pit Bull


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MensagemEnviado: sexta ago 04, 2006 8:15 am 
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Boa Governação: Cabo Verde entre os dois primeiros da lista do Banco Mundial

04-08-06

Tamanho não é documento. E a prová-lo, uma vez mais, é o segundo lugar obtido por Cabo Verde no “ratings” de 76 países em desenvolvimento, do qual fazem Índia, Paquistão, Indonésia, Nicarágua, Bósnia, etc., em matéria de boa governação feita pelo Banco Mundial para o ano de 2005. Cabo Verde apenas perde para a Arménia, sendo o primeiro país africano dos países referenciados.

O Banco Mundial acaba de divulgar a sua classificação em matéria de boa governação dos países pobres ou em vias de desenvolvimento. Num raking de 76 Estados, Cabo Verde surge em segundo lugar, abaixo da Arménia, e acima dos restantes 74. Logo a seguir a Cabo Verde surgem, ex-aequo, Samoa e Santa Lúcia, dois micro-estados do Pacífico e das Caraíbas, respectivamente. Aliás, o predomínio dos países pequenos neste ranking do Banco Mundial é algo que salta à vista. Na cauda da lista surgem os Comores, República Centro Africana e o Zimbabwe.

Moçambique (36), São Tomé e Príncipe (60) e Guiné-Bissau (68) são os outros PALOP referenciados no documento do Banco Mundial.

Além de Cabo Verde, em África há países que surgem bem classificados, casos da Tanzânia (5), Uganda (8) e Gana (9). O nosso vizinho Senegal surge na 16ª posição, abaixo do Burkina Faso (15) e acima do Mali (20), Níger (47), Mauritânia (48), Nigéria (50) e Guiné (57).

Controlo da inflação, dívida externa regularmente paga, uma economia onde a concorrência é livre, despesas públicas equilibradas e bem repartidas são alguns dos 16 critérios tidos em conta e que levam a esta classificação do Banco Mundial. Este raking, segundo as explicações avançadas, procura ter em conta sobretudo os aspectos económicos e sociais e pouco ou nada dos políticos. Até porque o BM, pela sua natureza, evita penetrar nesse campo. É assim que o Uganda, tido como um país dos menos democráticos de África, surge no oitavo lugar, acima do Gana (9), tido como um dos mais liberais do continente, por exemplo.

Este ratings do Banco Mundial é tido actualmente com um instrumento de suma importância para os países abrangidos, já que se trata de um guia para os investidores internacionais. Estes, antes de aplicarem os seus recursos, procuram saber se o país potencial é ou não confiável, se cumpre ou não as suas obrigações etc.

in asemana


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MensagemEnviado: terça ago 08, 2006 7:21 am 
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Cabo Verde: Dia da Resistência Antifascista a 29 de Outubro

O governo cabo-verdiano instituiu o Dia da Resistência Antifascista a 29 de Outubro, data a abertura do antigo campo de concentração do Tarrafal, na ilha de Santiago, onde estiveram detidos inúmeros presos políticos do regime colonial português.

A resolução decreta ainda que as instalações dessa antiga prisão passam a fazer parte do Património Nacional da República de Cabo Verde.

Segundo nota explicativa do Conselho de Ministros, a decisão surge no âmbito do «reconhecimento do papel histórico e civilizacional» desempenhado pelo ex-campo de concentração do Tarrafal no processo de emancipação e da conquista da liberdade e da independência dos povos das antigas colónias portuguesas, em geral, e de Cabo Verde, em particular.

«A década de 30 do século XX é caracterizada pela chegada ao poder dos regimes fascistas na Europa», recorda o documento salientado que, é neste quadro que «surgem, um pouco por todo o mundo, os campos de concentração, criados para infligir aos resistentes antifascistas castigos físicos e psicológicos, como forma de os neutralizar, ou mesmo apagar, na luta antifascista».

O antigo ditador português, António Oliveira Salazar, que governou Portugal durante quase 40 anos, «não fugiu à regra», tendo criado, em primeiro lugar, o campo de concentração do Tarrafal de São Nicolau e mais tarde o «sinistro campo do Tarrafal na ilha de Santiago, em Cabo Verde», explica a nota.

Os primeiros 155 presos políticos chegaram ao «campo da morte» a 29 de Outubro de 1939, tendo o seu encerramento acontecido 20 anos depois, a 7 de Julho de 1956, face à pressão internacional exercida sobre o regime fascista português.

Contudo, cinco anos depois, já em 1961, agora com a designação de Campo de Trabalho Forçado do Tarrafal, a prisão voltou a receber prisioneiros, nomeadamente, nacionalistas das antigas colónias de Portugal, com realce para os de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde.

Uma das primeiras medidas do governo após a independência de Cabo Verde, a 5 de Julho de 1975, foi determinar o encerramento definitivo do campo de concentração.

Actualmente, as instalações do campo de concentração do Tarrafal foram transformadas em Museu da Resistência.

Agora o Governo de Cabo Verde pretende que estas instalações sejam um monumento num monumento evocativo da luta de libertação dos povos das antigas colónias portuguesas de África bem como dos muitos resistentes antifascistas lusos que morreram nessa «prisão de triste memória».

Diário Digital / Lusa

07-08-2006 13:38:00


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