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 Asunto: Terremoto en Brava
NotaPublicado: Mié Jun 21, 2006 10:26 am 
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Registrado: Mié Oct 26, 2005 1:57 am
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Movimientos sísmicos en la isla de Brava.

El navío español 'Castilla' y un helicóptero fueron los medios ofrecidos por la Fuerza de Reacción Rápida (NRF) de la OTAN para apoyar a las autoridades caboverdianas en el transporte de un equipo de evaluación que se desplazó, ayer, a la isla caboverdiana de Brava. La OTAN respondía a una petición de transporte de las autoridades nacionales, que iban a efectuar un análisis de los daños causados por la actividad sísmica registrada durante el final de semana en la conocida como "isla de las flores".

El equipo caboverdiano de evaluación, que se desplazó de la ciudad de Praia para la isla de Brava, visitó a lo largo del día de ayer Vila de Nova Sintra y sus alrededores. El objetivo de esta visita era efectuar un levantamiento de los daños causados por actividades sísmicas de magnitud desconocida en las proximidades de la isla de Brava en los pasados días 17 y 18.

Según informaciones adelantadas por el Centro de Información de la OTAN, la petición de transporte llegó a "Deployable Joint Task Force Headquarters" (DJTF HQ), que ejerce el comando de todas las tropas en Cabo Verde, a través de un equipo de conexión civil-militar que se localiza en Praia.

De inmediato, se inició un plan conjunto entre todos los comandos y se decidió el envío del navío español 'Castilla' a la isla de Santiago. Este activó su helicóptero, que transportó el equipo a la isla de Brava.

Junto al helicóptero, la NRF realizó un vuelo sobre la isla de Brava con una aeronave de patrulla marítima (MPA) que tomó fotografías de la isla para obtener una primera impresión de los estragos. "La estrecha coordinación entre NRF y el gobierno caboverdiano y la rápida reacción de la NRF ilustró un conjunto de esfuerzos con éxito, a fin de responder a la petición de asistencia", se lee en un comunicado de la OTAN difundido hoy.



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NotaPublicado: Mié Jun 21, 2006 10:30 am 
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MISSÃO DA PROTECÇÃO CIVIL VISITA ILHA BRAVA
NÃO HÁ MOTIVOS PARA ALARME

Uma missão, integrada por dois agentes do Serviço Nacional da Protecção Civil, SNPC, um do Estado-Maior das Forças Armadas, um técnico do Laboratório Engenharia Civil, um outro das Nações Unidas e um oficial da NATO, esteve ontem, segunda-feira, na ilha Brava, para fazer uma constatação in loco da situação actual da ilha, após os abalos sísmicos do passado fim-de-semana. No terreno, a equipa constatou que a situação já é estável e que não há motivos para alarme. Algumas famílias afectadas pelos sismos de sábado e domingo receberam a visita da missão da Protecção Civil, que, igualmente, manteve uma reunião de trabalho com a Câmara Municipal.


O presidente do SNPC, Major Alberto Fernandes, garante que “não há motivos para preocupação”, e asseverou que os abalos sísmicos, não tiveram repercussão nem no sistema eléctrico, nem no da comunicação. “Verificam-se sim, apenas algumas fissuras, em algumas casas antigas”. São casas construídas de pedra e barro, e com “algum défice” de construção.


Da missão ao Fogo, o SNPC constatou algumas situações mais delicadas. Pelo menos duas famílias terão que ser alojadas, em tendas, durante os próximos quinze dias, prevê-se. Uma outra equipa do SNPC já seguiu viagem para a Brava, com um conjunto de equipamentos, nomeadamente camas, colchões e cobertores.


Neste momento não há motivos para alarme nem para preocupações. O SNPC continua atenta e a acompanhar a situação.



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NotaPublicado: Mié Jun 21, 2006 11:36 am 
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Registrado: Mié Oct 26, 2005 1:57 am
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Autarca da Brava garante que dados disponíveis não apontam para novos abalos

Cidade da Praia, 19 Jun - O presidente da Câmara Municipal da Brava, Camilo Gonçalves, desdramatizou os receios de que a actividade sísmica sentida, na noite de sábado para domingo, possa piorar chamando, no entanto, a atenção para a fragilidade das habitações mais antigas.

Segundo o autarca, os dados de que dispõe “não apontam para riscos maiores”, mas a Câmara Municipal, em articulação com os Serviços Nacionais de Protecção Civil e a NATO, estão a proceder a um estudo da situação e a “tomar as medidas preventivas” necessárias.
Os abalos sísmicos sentidos na ilha da Brava, este fim-de-semana, fizeram ruir algumas casas antigas mais degradadas, provocaram fissuras nalgumas habitações envelhecidas e a queda de pedras.
Duas famílias tiveram que ser realojadas e foram montadas algumas tendas para acorrer a alguma situação que surja entretanto, uma vez que, segundo o edil bravense, as fissuras abertas põem em risco a estabilidade de algumas habitações.
Camilo Gonçalves adianta que a Câmara Municipal vai aproveitar a presença da NATO em Cabo Verde para fazer um estudo mais alargado da actividade sísmica na ilha que, como esclareceu, treme quase todos os dias.

Os abalos de sábado foram mais fortes do que o normal, havendo duas teorias para os justificar. Uma aponta para “eventos com cones vulcânicos a dois mil metros de profundidade” e outra para a “existência de falhas tectónicas”, precisou o autarca dando conta da realização de uma reunião com a NATO, que serviu como ponto de partida para uma avaliação mais precisa. Também se encontram na Brava, o presidente da Protecção Civil Nacional e responsáveis do Laboratório de Engenharia.

Em declarações à Rádio de Cabo Verde, o geofísico cabo-verdiano Bruno Faria pende mais a tese dos cones vulcânicos, argumentando que o epicentro dos abalos de sábado tiveram o epicentro próximo de cones vulcânicos submarinos, descobertos em 2004, por um navio hidrográfico alemão.

Bruno Faria adianta que, entre Dezembro de 2000 e Março de 2003 foram registados 132 eventos sísmicos de magnitude maior e os epicentros foram todos localizados no mar, entre o Fogo e a Brava, mais perto desta última ilha. O cientista precisa que, na maior parte dos casos, os epicentros estiveram muito próximos dos cones vulcânicos descobertos em Setembro de 2004.

O geofísico sustenta ainda a sua teoria argumentando que, em Abril de 2005, um outro navio hidrográfico, também alemão, fez recolha de rochas de alguns cones próximos, tendo concluído que essas rochas eram “babas muito recentes”.

Bruno Faria afirma, por outro lado, que a hipótese de actividade tectónica na Brava é “pouco provável” uma vez que os sismos produzidos por falhas tectónicas têm um padrão muito diferente.



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NotaPublicado: Jue Jun 22, 2006 12:09 pm 
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Registrado: Lun Mar 28, 2005 12:29 pm
Mensajes: 84
Ubicación: Cabo Verde
No tienen vergûenza.

Como portavoz de la plataforma anti-OTAN y anti-NATO les digo:

<b>Meteros vuestra ayuda por donde amargan los pepinos!</b>


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